Profissionalismo para que?

Futebol profissional. Definitivamente isto não existe no Brasil. Lógico que durante as férias dos jogadores eles podem fazer o que quiser, já que não há cláusulas no contrato que definam o que é um risco para os clubes. Mas o bom senso passa longe.
Resolvi escrever este post por causa de um jogador: Carlos Alberto. Ele participou de 22 jogos dos 69 que o Vasco fez na temporada. Um número ridículo. Na última rodada não jogou com problemas particulares. É sabido que o meia não gosta do técnico PC Gusmão desde que trabalharam juntos no Fluminense.
Agora, acabada a temporada Carlos Alberto é figurinha fácil nas peladas dos jogadores. Ele deveria se resguardar para que não tivesse tantas lesões durante o ano, como aconteceu em 2010. A presença dele nestes jogos beneficentes é um desrespeito ao Clube de Regatas Vasco da Gama.
Rodrigo Stafford







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