Os erros de Zico























Iniciada a Champions League no meio da última semana, já é possível dizer que a temporada 2010/2011 no futebol europeu começou a engrenar. E se na Espanha, na Itália, na Alemanha e na França os líderes são surpreendentes até aqui (Valencia, Cesena, Mainz e Saint-Etienne, respectivamente), na Inglaterra o panorama é totalmente oposto.Pedro Mendonça é o colunista de Futebol Internacional do Futeblogeando











A corrida, que não teve muitas disputas, se deu pelo duelo de Alonso, com novo pacote aerodinâmico de baixa pressão para Monza, e Button, que apostava em novo acerto com mais asa na McLaren, mais arrasto areodinâmico para poder frear e forçar ao máximo possível nas curvas e usar o famoso duto frontal. O contrário, apostou o seu companheiro Hamilton.
Na largada, Alonso foi mal e perdeu a posição para Button. Ele chegou a disputar as primeiras curvas com Massa, mas o espanhol conseguiu manter a segunda posicão.Hamilton largou bem, e nessa confusão na primeira chicane, colou atrás das Ferrari e tentou precipitadamente, ao final da segunda chicane, forçar a ultrapassagem para cima de Massa. Errou e tocou com o pneu dianteiro direito no traseiro esquerdo do brasileiro. Pior para Hamilton, que teve sua suspensão quebrada e viu a chance de retornar à ponta da tabela parar na caixa de brita.

A essa altura as Red Bull vinham atrás, sem mostrar a força de outros GPs. Após a largada, Alonso vinha na cola de Button, mas sem conseguir alguma manobra de ultrapassagem. E Massa, logo atrás, seguindo os dois. Assim seguiram os ponteiros até a parada no box. Alonso parou uma volta depois e aproveitou que Button estava com pneus duros com dificuldade de aquecimento. O espanhol fez uma grande volta, parou no box e voltou à frente do inglês. Mérito dele e da equipe, que o devolveu rápido a pista.
Após o duelo Alonso X Button, a corrida que já estava monótona ficou pior. Praticamente sem disputas, à exceção da ultrapassagem de Webber sobre Hulkerberg, que diga-se, fez grande classificação e grande corrida, mostrando sua evolucão durante a temporada. Ele provou que tem de se dar tempo aos pilotos jovens, para que se acostumem com um F1. Não é apenas soltar um garoto no meio da pista e querer resultados imediatos. O resultado também mostra que, definitivamente, o carro da Williams evoluiu e já pode se tornar presença constante entre os primeiros colocados. Grande parte dessa evolucão, sem dúvida, é mérito de Barrichello, que embora não tenha feito grande corrida - prejudicado pela presença de Buemi à frente -, tem realizado ótimo trabalho de desenvolvimento deste carro. Para Cingapura, a Williams levará a última atualização do ano que já está pronta, passando, então, a focar no desenvolvimento do FW33.
E assim seguiram até a bandeirada final, com Vettel apostando numa tática arriscada de parar na última volta. Deu certo. Pelo susto do problema de motor no início, tendo perdido posicões e largado em sexto, saiu no lucro.
Em resumo, a corrida foi ruim para Hamilton e Webber, mas excelente para Alonso, Vettel e Button, recolocando-os na briga pelo título. Assim o campeonato fica com Webber na liderança do Mundial, com 187 pontos, cinco a mais que Hamilton. Alonso foi a 166. Button tem 165 e Vettel, 163. Para as próximas corridas, são esperadas dificuldades para as McLaren e domínio dos carros da Red Bull. E as Ferrari? Foi apenas nesta corrida ou a reação continuará nas ruas de Cingapura? Tomara que reaja para termos um fim de campeonato emocionante, com muitos pilotos na disputa.
Carlos Eduardo Fontes é o colunista de Fórmula 1 do Futeblogeando

Dois Mundiais Interclubes (1993 e 2005), duas Copas Libertadores (1993 e 2005), três campeonatos Brasileiros (2006, 2007 e 2008), três paulistões (1998, 2000 e 2005), uma Recopa, uma Supercopa, uma Conmebol e um Rio São-Paulo. Poucos jogadores no mundo tem um currículo como este. Ainda mais atuando pelo mesmo time. E ainda faz gols. Só Rogério Ceni mesmo.
O goleiro do São Paulo virou uma referência e completou 20 anos no gol do São Paulo. Rogério, desde o início da carreira, tem um comportamento exemplar. ficou alguns anos na reserva de zetti e soube esperar sua vez sem reclamar. Agora é uma referência e seu nome é confundido com a história do São Paulo Futebol Clube.
Além de ser bom goleiro debaixo das traves, Rogério Ceni criou um diferencial. Tem maestria nas cobranças de falta. Já são 90 em sua carreira. Sua identificação com o clube faz com que seu nome seja citado frequentemente quando um jogador chega a um novo clube.
"Quero fazer história aqui, como o Rogério no SP", é uma das frases mais ouvidas.
Claro, que Rogério Ceni tem sua parte mala. Suas entrevistas são certinhas demais. Até o locutou Milton Leite já reclamou disso em um off do Sportv. Nada que desabone a maravilhosa trajetória do arqueiro.
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