Vôlei: Tricampeão com justiça e mácula
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Campeão e melhor time disparado, o Brasil não teve problemas para despachar Cuba por 3 a 0 (25/22, 25/14 e 25/22) e conquistar o tricampeonato mundial de vôlei masculino.
Vi e torci muito. Sou fã do trabalho de Bernardinho e da dedicação que este time sempre mostrou, seja nas partidas ou nos treinamentos. No entanto, por mais merecida que esta conquista tenta sido, e foi, uma mácula foi feita: o jogo contra a Bulgária.
Concordo que o regulamento era absurdo e que outros como Sérvia e Rússia entregaram o jogo também, mas nada justifica. Esporte em alto nível é feito para ganhar. Perder de propósito entra numa questão ética, que entra na velha máxima de quem quer ser campeão não pode escolher adversários.

Dentro de quadra, o Brasil é quase imbatível. Murilo recebe com maestria e tem uma velocidade no ataque absurda. Bruninho é o cerebro do time. Vissoto, um monstro nas horas decisivas. Mario Jr está longe de ser um Serginho e ainda assim é ótimo. Os meias Rodrigão e Lucão misturam técnica, velocidade e agilidade. Isso que a lenda Giba nem entrou em quadra.
Um time verdadeiramente campeão, mas que teve uma pequena mancha desta vez. Mas de qualquer forma, parabéns Brasil!
Rodrigo Stafford







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