Aprendizados da Copa

Fim de Copa do Mundo, Espanha campeã. Não sei se justo ou merecido, mas o fato é que o título está em boas mãos. No entanto, o Mundial da África do Sul foi importante em termos táticos e técnicos. Vamos a algumas lições aprendidas na terra da vuvuzela.
- Os pontas estão de volta. Se alguns times europeus, principalmente na Inglaterra, já jogavam com jogadores abertos nos extremos, na copa esta tendência se confirmou.
- Os esquemas táticos com três atacantes funcionam. A variação do 4-3-3 com a posse de bola com o 4-5-1 quando atacado é outra tendência. E das boas.
- Volantes não precisam ser brucutus. A Espanha mostrou isso. Gilbertos Silvas, Felipe Melos estão sendo trocados para jogadores com categoria como Busquets, Verón, Schweinsteiger entre outros.
- Craques sozinhos não resolvem. O que ganha é o conjunto. A prova disto é que Kaká, Messi, Rooney, Henry e Cristiano Ronaldo nada fizeram.-
- Craque sem as melhores condições físicas também não resolve.
- Um ex-jogador não é necessariamente um bom treinador. Provas disto são Dunga e Maradona.
- Não se pode falar que a Copa é Sul-Americana antes de começar as quartas de final.
- Ronaldo foi último grande centroavante do futebol mundial. Camisa nove é espécie em extinção.
- Grandes jogadores não têm idade para brilhar provaram Alemanha e a Espanha. Brasil e Itália, com seleções envelhecidas ficaram pelo caminho.
- Times têm de jogar para vencer. Prova disto que a única seleção invicta foi a Nova Zelândia (três empates).
- Polvos entendem muito de futebol
Rodrigo Stafford e Tatiana Furtado







1 comentários:
Duas observações:
12 de julho de 2010 às 22:20No quesito volantes não-brucutus, o Verón não é novidade (graças a Deus!). Os hermanos já apostam nele há algum tempo... embora ele não tenha jogado contra a Alemanha (deu no que deu).
O último grande centroavante do futebol foi o Romário!!!
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